Vícios, Compulsões e Dieta Cetogênica

O que a Dieta Cetogênica tem a oferecer para quem sofre de compulsão e vícios variados? Sofro de compulsão ou apenas tenho desejos? O que o sistema de recompensa tem a ver com tudo isso? Como os problemas no sistema de recompensa surgem e se manifestam? O que devo fazer para encontrar algum equilíbrio – alguma liberdade dentro de mim mesmo?

Diria que levei 37 anos para fazer este vídeo. É o primeiro (de muitos) sobre o tema que mais me interessa, os vícios e compulsões.

Hoje, quero que você segure na minha mão nesta profunda conversa sobre a nossa vida. Nossa vida. Afinal, eu sou exatamente como você. Sou uma compulsiva alimentar, adicta. Para sempre serei. A única diferença entre nós, talvez, é que trilhei uma jornada de 20 anos buscando a cura para tudo isso. Neste vídeo, quero te dar um esboço inicial do que descobri ao longo desta trajetória repleta de julgamentos, erros médicos, críticas, preconceito e dor.

Quero te mostrar que nosso caminho é justamente o oposto… E quero te levar comigo nesta descoberta de si mesmo.

A quem não é compulsivo ou adicto, peço que abra o coração antes de qualquer comentário. Podem julgar o vídeo, claro, mas não julguem os seres humanos que aqui estão buscando ajuda. Se você sentir que precisa julgar, saiba que este vídeo também é para você: saiba que a necessidade de tornar um ser humano um objeto (categorizar alguém) é tão doente quanto a necessidade de um objeto em si.

É hora de quebrar o padrão fundamental.

3 Comentários

    1. Essa sensação, de ser abraçada pela história da humanidade, foi o que me salvou da ausência (do buraco) fundamental. Quero que tu pegue esse sentimento e faça dele teu melhor amigo.

      Muitos anos da minha vida foram dedicados ao estudo do caminho do ser. Os padres de alexandria, os primeiros terapeutas. Eles conheciam os arquétipos de cor, eles sabiam pelo que precisaríamos passar, o que sentiríamos e quais caminhos trilharíamos. Muitos pós-modernos dirão que isso é de um reducionismo lamentável. Eu direi que me sentir parte desta grande narrativa foi estruturante e acolhedor.

      Temos uma imensa trajetória pela frente. Imensa em todos os sentidos. Ela é árdua, mas gloriosa. Foi assim para todos. Não será diferente conosco – apenas se desistirmos no meio do caminho ou se ignorarmos o que há por trás de todos estes desafios.

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