Questões cardíacas e Cetogênica/Low Carb: o que ninguém está dizendo

Colesterol não importa na Low Carb? Nem tanto. Hoje, recebi a análise direta do Tim Noakes e da sua nutricionista e pesquisadora, minha professora Tamzyn Murphy, sobre meu caso específico. Compartilho com vocês as diretrizes individuais dadas por eles enquanto comento tudo que você também precisa levar em conta se tiver questões cardíacas e quiser seguir nas dietas de baixo carboidrato. Acima de tudo, te trago algum alento para acalmar este peito justificadamente tenso.

Conheça os principais fatores de risco, estudos, suplementações, exercícios, valores perigosos e, por último, os exames que deve pedir ao médico. Estamos chegando a um ano de pesquisa árdua sobre o tema. Passaremos de uma década.

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Leia também:

Entrou na Cetogênica e o colesterol explodiu? Série Colesterol na Keto [parte 1] https://revolucaoketo.com/serie-colesterol-na-keto-1/

Colesterol aumentou na Dieta Cetogênica? O que fazer? Série Colesterol na Keto [parte 2] https://revolucaoketo.com/colesterol-cetogenica-parte-2/

Nestes conteúdos, você encontrará a relação triglicerídeos/HDL que menciono no vídeo, mais incontáveis questões relevantes para você avaliar seu risco real.

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Margarete
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Margarete

Olá Juliana, acompanho seu site e youtube e curto muito. Quanto mais leio a respeito de cetogênica, mais duvidas surgem. Deparei com algumas reportagens que me deixaram com pé atrás, quanto ao óleo de côco, onde afirmam que faz muito mal a saúde e não ha comprovação de que faça bem. Sempre usei, agora estou receosa, gostaria de sua opinião ou assim como fez com o MCT, fizesse um vídeo a respeito disso listando pros e contras.
Outro tentáculo q apareceu nas minhas leituras, tbm, foi sobre o PH do sangue q se torna muito ácido com a cetose e pode causar problemas ao organismo. Ficam as dicas pra videos ou textos, rsss

Exemplo de Fonte, site c/ nome da professora e a associação americana que discordam do consumo desse óleo.
https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2018/08/22/oleo-de-coco-e-puro-veneno-diz-professor-de-harvard-devemos-usar.htm

Bj e obrigada

Ilde Casotti
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Ilde Casotti

Juliana, simplemente amei esse video, a sua disponibilidade em esclarecer tantas dúvidas. Prometo não mandar mais meu LDL, mas vou mandar os triglicerideos hoje hehe.

Fiquei apenas com uma dúvida: você fala em reduzir a cafeína, seria tomar o café sem cafeína ou cortar o bullet proof? Ou seja, o problema é o TCM que coloca-se no café ou a cafeína em si, para quem teve um triglicerideos explodido como eu, de 71 pra 180? Ok, sei que somente esse dado não tem como falar muita coisa, mas é que meu triglicerideos subiu assim, ANTES de começar a colocar o TCM no café. tinha perdido 5kg em 3 semanas e fiz os exames.
Ficou essa duvida mesmo, se é a cafeína que aumenta o triglicerideos ou não. Até pq antes qdo era 71 eu sempre tomava café, na mesma proporção…mistérios.
De qq forma, farei essas trocas para testar, tomando descafeinado por um tempo e repetindo exames.
Abraços

Alda Lucia Joly Petrek Kulicz
Visitante
Alda Lucia Joly Petrek Kulicz

Querida Juliana.
Você é uma benção. E um anjo que apareceu ontem no meu YouTube.
Estou agradendo a Deus pela sua vida e missão.
Sou você exatamente em histórico de compulsão e colesterol acima de 300 LDL.
Me interessa muito tentar essa medicação que você comprou na Amazon.
Poderia me passar o nome?

Pedro Luis Schütz
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Pedro Luis Schütz

Juliana, indo direto ao ponto, o colesterol é um indicador substituto! É uma medida, não uma doença. Nem colesterol total alto nem LDL (-C) alto, em particular, é uma doença. Eles têm sido considerados marcadores de doença cardiovascular ou risco de ataque cardíaco, mas isso ignora o fato crucial de que nem o número de partículas de LDL no sangue nem a quantidade de colesterol nelas contida indicam algo sobre o grau de acúmulo de placa aterosclerótica nas suas principais artérias. Medir a quantidade de colesterol no sangue NÃO fornece nenhuma informação sobre o acúmulo de placas calcificadas nas artérias coronárias, ou seja, o quão podem estar “obstruídas” suas artérias, ou não . Com isto em mente, o foco deve ser em desfechos duros, ou seja, o score de cálcio coronariano. Ao contrário das medições do colesterol sérico, que, novamente, são apenas substitutos , o CAC fornece observação direta da calcificação arterial que já ocorreu, ou não. Por que confiar… Ler tudo »

Pedro Luis Schütz
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Pedro Luis Schütz

Os dados estão se acumulando, o que confirma o que muitos médicos já sabem, mesmo que hesitem em admitir: os níveis de colesterol geralmente não se correlacionam com a aterosclerose. Os dados mostram que existe uma heterogeneidade de risco significativo para doença cardiovascular aterosclerótica. Entre aqueles elegíveis para estatinas de acordo com as novas diretrizes a ausência de CAC reclassifica cerca de metade dos candidatos como não elegíveis para terapia com estatina . Em português: metade das pessoas que seriam colocadas em estatinas com base em medidas de colesterol não eram candidatas a essas drogas potencialmente perigosas quando a calcificação real da artéria coronária foi medido. E o outro lado disso? E as pessoas com colesterol normal ou mesmo “baixo”? Isso anda de mãos dadas com baixo risco de um evento cardiovascular?
Não é bem assim.

Pedro Luis Schütz
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Pedro Luis Schütz

Assim como as pessoas com colesterol alto podem ter pouca ou nenhuma calcificação arterial, as pessoas com colesterol normal ou baixo podem ter altos escores de CAC e estar em maior risco de doença cardíaca, ataque cardíaco ou morte súbita. Esse cenário exato foi analisado em um estudo de CAC em mulheres de baixo risco , significando que elas tinham colesterol na faixa “normal” convencional: “Entre mulheres com baixo risco de ASCVD, CAC estava presente em aproximadamente um terço e foi associado a um risco aumentado de ASCVD e modesta melhora na acurácia do prognóstico em comparação com os fatores de risco tradicionais. ”Tradução simples novamente: um terço das mulheres avaliadas em baixo risco de aterosclerose já apresentava calcificação arterial mensurável. Diga comigo para dar ênfase, pessoal: a quantidade de colesterol na corrente sanguínea não diz nada sobre a quantidade de placa aterosclerótica nas artérias.