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Diabetes Tipo 2 pode ser revertida. Leia as top 10 questões para acabar com uma das maiores epidemias do mundo.

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Dia 14 de Novembro marca o Dia Mundial da Diabetes. É uma semana especial para adeptos da Dieta Cetogênica. Nós celebramos o poder da Keto para reverter esta doença, uma das mais graves epidemias atuais.

Uma das principais fontes de Dieta Cetogênica no mundo, a clínica Virta Health, começou seu trabalho com esta missão: reverter a Diabetes Tipo 2 em 100 milhões de pessoas em poucos anos.

Esta missão poderia ser considerada absurda pela Medicina Tradicional, mas a verdade é que estamos cada vez mais perto de alcançarmos esta conquista com a Dieta Cetogênica.

As pesquisas de Stephen Phinney e Jeff Volek para a Virta mostram como é possível reverter a Diabetes tipo 2 em apenas 10 semanas.

Mas, o que acontece em longo prazo? Recentemente, os pesquisadores divulgaram um amplo estudo de dois anos de duração na revista Diabetes Therapy. Leia o estudo sobre Keto e Diabetes na íntegra.

O estudo demonstrou não apenas como os resultados são permanentes (enquanto a pessoa seguir na Keto, é claro), mas como também os resultados seguem melhorando após um ano de dieta.

Estes estudos marcam o fim de uma era de sofrimento desnecessário. E acabar com o sofrimento desnecessário é a minha meta pessoal.

Por isso, nesta semana da Diabetes, tão especial para nós, adeptos da Dieta Cetogênica, vamos celebrar como a medicina cada vez mais abraça as dietas de baixíssimo carboidrato e alta gordura para a promoção geral da saúde humana.

Este é só o começo da revolução.

Abaixo, vamos dar uma olhada nos resultados comprovados pelos estudos da Virta Health com a Dieta Cetogênica em pacientes de Diabetes Tipo 2.

Logo após, vamos ver as principais dúvidas que surgem quando o paciente se depara com este dado científico:

Diabetes tipo 2 pode ser  revertida. E agora? Agora, você segue o site e começa a transformar sua vida.

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Cetogênica e Diabetes: resultados da pesquisa Virta Health

  • 61% dos pacientes reverteram a Diabetes Tipo 2
  • 94% dos pacientes reduziram a aplicação de insulina ou simplesmente pararam de aplicá-la
  • 77% pararam de usar qualquer tipo de medicação
  • 90% dos pacientes prosseguiram na Dieta Cetogênica após um ano

Foram comprovadas melhorias significativas em outras questões relacionadas, como pressão alta, inflamações, marcadores cardíacos, resistência à insulina e perda de peso.

Sabemos que doenças crônicas não afetam apenas pacientes, mas como toda a família. Além do desgaste mental e físico de todos, o preço da saúde no Brasil coloca a família inteira em sacrifício. Por isso, não posso deixar de acrescentar fatores financeiros.

A utilização da Dieta Cetogênica para reversão e tratamento da Diabetes tipo 2 economiza, em média, 10 mil dólares anuais por cada paciente.

Vamos falar muito sobre Dieta Cetogênica e Diabetes aqui no site.

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Diabetes Tipo 2 pode ser revertida. Leia as top 10 questões para acabar com uma das maiores epidemias do mundo. 1

Top 10 perguntas sobre Diabetes Tipo 2

 

Diabetes Tipo 2 pode ser revertida. Leia as top 10 questões para acabar com uma das maiores epidemias do mundo. 2

Estas informações vieram exclusivamente da Virta Health e do meu curso de profissionalização em Dieta Cetogênica para estas doenças acima citadas.

Aqui, as informações terão base nos dados do fantástico Sami Inkinen, e dos também maravilhosos doutores Stephen Phinney, Jeff Volek, Tim Noakes, Neville Wellington, Hassina Kajee, Priyanka Wali, Christopher Webster, Austin Smith, Jeff Stanley, Sarah Hallberg e Tamzyn Murphy.

Estes são os médicos.
Vamos às perguntas.

Interessado em começar a Dieta Cetogênica? Acesse o Guia Keto e leia os conteúdos.

1 – Como saber se tenho Diabetes Tipo 2?

A Diabetes Tipo 2 é diagnosticada de diversas formas. Isso inclui uma taxa de glicose no sangue em jejum maior ou igual a 126 mg/dL. Também, um valor de hemoglobina glicada (HbA1c) de 6,5% ou maior. Ainda, a detecção de glicose elevada após um teste de tolerância oral à glicose.

Para ser considerado normal, seu nível de glicose de jejum deve estar abaixo de 100 mg/dL.

Em termos gerais, níveis de glicose acima de 200 mg/dL sugerem diabetes tipo 2.

Contudo, há diversos sintomas que indicam a doença e que devem ser considerados para que você busque um médico e peça exames.

Sintomas de Diabetes Tipo 2 em homens e mulheres: sede excessiva, urina frequente, visão embaçada, dormência nas extremidades, ganho de peso e fadiga.

Sintomas de Diabetes Tipo 2 nos homens: além dos sintomas acima, é possível detectar disfunção erétil nos homens. Na realidade, homens com Diabetes tipo 2 têm três vezes mais chance de apresentarem esta disfunção.

Sintomas de Diabetes Tipo 2 nas mulheres: fique atenta à menstruação irregular, infecções vaginais ou no trato urinário. Também, à Síndrome do Ovário Policístico, comprovadamente ligada à resistência à insulina.

Por último, se você teve Diabetes Gestacional, saiba que você tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes Tipo 2 no futuro. Cuide-se e faça exames regulares.

2 – Quais são os primeiros sinais de Diabetes Tipo 2?

Esta pergunta é muito importante, porque os sintomas mencionados na primeira questão ocorrem quando já há detecção de Diabetes. Os sintomas iniciais podem ser um pouco diferentes.

Os sintomas mais comuns são fadiga e ganho de peso, mas, surpreendentemente, baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia) pode aparecer.

Você notará os seguintes sintomas quando ficar algumas horas sem comer: náusea, irritabilidade, tontura e fome extrema.

As pessoas podem sentir estes sintomas até mesmo antes de terem um pico de glicose no sangue ou elevação da hemoglobina glicada (HbA1c).

Se você estiver passando por alguma destas situações, por favor, busque seu médico.

3 – Qual a melhor dieta para Diabetes Tipo 2?

Você achou que eu simplesmente diria “Dieta Cetogênica” e ponto final, certo? Porém, falamos de vidas humanas. Com elas, temos fatores como preferências pessoais, orçamento familiar, valores individuais e estado geral de saúde. Precisamos respeitar cada mínimo fator.

Agora sim, podemos formular uma Dieta Cetogênica capaz de atender os mais diversos tipos de público e possibilidades. As evidências do poder de uma Dieta Cetogênica Bem-Formulada, em longo prazo, seguem sendo comprovadas em estudos diários.

Estas evidências são tão fortes, que a Associação Americana de Diabetes e a Associação Europeia de Estudos sobre Diabetes recentemente publicaram um relatório de consenso, em que eles reconhecem o valor de dietas de baixo carboidrato para ajudar pacientes com Diabetes Tipo 2.

Isso ocorre porque a resistência à insulina é a marca da Diabetes Tipo 2 e ela se manifesta como uma intolerância a carboidratos. Como em qualquer outra intolerância, a abordagem mais lógica e sensata é restringir o alimento em questão.

Neste caso, é indicada a restrição de carboidratos – açúcares, grãos, amido (incluindo vegetais amiláceos) – seguindo o limite pessoal do paciente.

A Dieta Cetogênica não apenas previne e regride o avanço da Diabetes Tipo 2, mas pode solucionar todos os sinais e sintomas de muitos pacientes, assim que os carboidratos são restringidos e enquanto eles seguirem sendo restringidos.

Clique aqui para ler o relatório da Associação Americana de Diabetes e a Associação Europeia de Estudos sobre Diabetes.

4 – Quais são os alimentos que causam Diabetes Tipo 2?

As evidências científicas sugerem que certos alimentos como grãos refinados, bebidas doces e gorduras trans andam juntas com um risco elevado de desenvolver Diabetes Mellitus.

De toda forma, estes estudos não foram realizados de forma que seja possível afirmar que estes alimentos são a causa da Diabetes tipo 2.

O que podemos fazer é sugerir que estes alimentos sejam evitados ao máximo – por incontáveis questões de saúde.

É importante lembrar que a obesidade é um dos principais fatores de aumento de risco de Diabetes tipo 2. Nem todas as pessoas com Diabetes são obesas, mas há uma forte associação entre as doenças.

Tanto a obesidade quanto a Diabetes Tipo 2 são causadas por inúmeros fatores, que vão da genética a questões ambientais. Como é senso comum, mudanças na dieta e exercícios físicos são indicados para reduzir riscos.

5 – O que gera aumento de açúcar no sangue?

Muitas coisas podem elevar a taxa de açúcar no sangue, mas nossa alimentação é a principal agente desta elevação.

Carboidratos: quando comemos carboidratos, nosso corpo os converte em glicose e isso tem um papel fundamental no aumento do açúcar no sangue.

Proteínas: em certo nível, a proteína em altas quantidades pode também elevar o açúcar no sangue.

Gorduras: gorduras não aumentam o açúcar no sangue.

O aumento do hormônio cortisol (conhecido como hormônio do estresse) também é responsável pelo aumento do açúcar no sangue.

Por isso, lembre-se: tranquilidade, felicidade e ótimas noites com no mínimo 7h de sono.

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6 – Como posso prevenir a Diabetes Tipo 2?

A primeira coisa que você fará é buscar um médico e pedir exames. Você verificará resultados para taxas de açúcar no sangue, principalmente se seu índice de massa corporal estiver acima do considerado saudável. Entre adultos com 40 a 70 anos, entre um IMC 25 e acima de 30.

Contudo, sabemos que estes números de IMC são apenas parâmetros e não regras absolutas. Não fique nervoso se seu IMC for levemente acima das linhas gerais.

De qualquer forma, seu exame revelará a taxa de açúcar no sangue. Você verá se está normal, levemente elevada (possível Pré-Diabetes) ou muito elevada (Diabetes Tipo 2).

Para prevenir a Diabetes, as linhas gerais são simples, mesmo que bastante difíceis de seguir: parar de fumar, praticar exercícios e mudar a alimentação, reduzindo açúcares, grãos refinados e carboidratos em geral.

Você não precisará passar o dia na academia. Estudos apontam melhorias significativas com 150 minutos por semana de exercício aeróbico moderado ou musculação na prevenção da Diabetes Tipo 2.

Sobre a Dieta, um adendo importante:

Estudos têm comprovado que uma Dieta Cetogênica Bem-Formulada pode melhorar e até reverter a Diabetes Tipo 2. Isso ocorre porque os níveis de açúcar no sangue se mantêm baixos com a Keto.

Mas, também há evidências de que a Dieta Mediterrânea pode ajudar na prevenção da doença. Mesmo que não haja uma definição universal sobre o que é a Dieta Mediterrânea, sabemos que ela é essencialmente composta de castanhas e nozes, grãos integrais, azeite de oliva, frutas, vegetais, feijões e sementes.

A medicação Metformina também foi apontada por estudos como capaz de prevenir a Diabetes Tipo 2. Converse com seu médico a respeito. Nunca utilize medicações sem acompanhamento médico, principalmente neste caso.

7 – O que é o Pé Diabético?

Há muitas complicações que podem acontecer com os pés de uma pessoa diagnosticada com Diabetes. Problemas nos nervos, nos vasos sanguíneos e problemas com o processo de cura.

NERVOS: a Neuropatia Diabética significa danos nos nervos e é causada pela Diabetes, gerando sensação de dormência, formigamento e inabilidade de sentir calor, frio ou dor nos pés.

Esta condição pode levar a mudanças no formato dos pés e dos dedos (veja mais sobre Pé de Charcot).

Por causa dos danos nos nervos dos pés, as pessoas com neuropatia diabética podem se machucar sem ao menos perceberem.

Estes machucados podem causar diversas lesões, como úlceras, cortes e outros. Quando os machucados acontecem, o processo de cicatrização é lento e infecções podem acontecer com facilidade.

VASOS SANGUÍNEOS: com relação aos vasos sanguíneos, os problemas causados pela Diabetes também podem levar à lenta cicatrização e a infecções.

Infecções passam a ser difíceis de tratar, porque antibióticos dependem dos vasos sanguíneos para carregar o medicamento até os pés e dedos, onde a infecção está localizada. Por estas questões, podem se passar semanas e até meses para que os machucados se curem.

Outras questões comuns aos pés de diabéticos são infecções fúngicas e desenvolvimento de calores nos pés e dedos. Algumas pessoas notam perda de pelos nessa região e na parte inferior das pernas.

8 – A Pré-Diabetes pode ser revertida para sempre?

Sim, a pré-diabetes pode ser revertida através das mudanças nutricionais que mencionamos aqui. Porém, é crucial alertar que, se o paciente voltar a comer carboidratos, a pré-diabetes retornará.

Ou seja, não é exatamente a cura da condição, mas sim o manejo completo dos riscos de manifestá-la através de medidas nutricionais, mantidas para o resto da vida. Daí sim, a condição estará permanentemente afastada.

Uma vez que os níveis de glicose no sangue são reduzidos com uma dieta de baixo carboidrato, a demanda do corpo por insulina também é reduzida. Quando os níveis de insulina caem, isso terá reflexo em exames como glicose de jejum e HbA1c.

Quando estas duas taxas estiverem normalizadas, o paciente poderá dizer que está em remissão ou que terá revertido a condição.

9 – Qual é a diferença entre Diabetes Tipo 2 e Diabetes Tipo 1?

A Diabetes Tipo 1 é uma doença autoimune, cujo resultado é a inabilidade do corpo de produzir insulina. As pessoas que sofrem desta doença precisam administrar doses de insulina para ajudar os níveis de açúcar no sangue a ficarem dentro dos limites normais.

A Diabetes Tipo 2 é uma doença em que o corpo é capaz de produzir insulina, mas não a produz suficientemente ou é incapaz de responder à insulina produzida (resistência à insulina).

Pessoas com Diabetes Tipo 2 devem seguir uma dieta de baixo carboidrato para evitar que a doença se agrave.

10 – Como administrar medicações para Diabetes Tipo 2 na Dieta Cetogênica?

Não existe outra resposta senão consultar seu médico antes de fazer mudanças nutricionais com impactos tão profundos.

A Dieta Cetogênica Bem-Formulada é incrivelmente poderosa na redução do açúcar no sangue e, consequentemente, na reversão da Diabetes Tipo 2.

Contudo, como as taxas de açúcar caem rapidamente, assim como os marcadores da pressão alta (hipertensão), é crucial que você tenha supervisão médica neste período.

Isso é ainda mais importante para pacientes em medicações como insulina ou sulfonilureias, que causam grandes quedas de açúcar no sangue.

Ainda, novas medicações para Diabetes Tipo 2, como inibidores de SGLT-2, podem levar a uma preocupante condição conhecida como “cetoacidose euglicêmica”, quando pacientes podem manifestar taxas normais de açúcar, mas terem mudanças perigosas no nível de acidez no sangue.

Um adendo: devido à rápida melhoria nas taxas de açúcar, o monitoramento dos marcadores deve ser constante. É algo difícil e custoso inicialmente, mas, na fase inicial, pode ser necessário reduzir medicações algumas vezes em uma única semana. Seu médico precisa estar ao seu lado constantemente.

Vá ao médico. 

E, claro, siga acompanhando o Revolução Keto, sua fonte sobre a Dieta Cetogênica no Brasil.

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Juliana SzablukAna Autores recentes
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Ana
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Ana

Oi Ju, tudo bem? Há quase um ano fui diagnostica com pré-diabetes. Consegui perder 30 quilos com medicação e dieta lowcarb. Sempre me perguntei se haveria cura para a pré-diabetes e descobri a resposta um tempo atrás. Em Setembro, ao fazer meus exames de acompanhamento, descobri que estava tudo normal, tanto que o médico pediu para reduzir a medicação. Em 15 dias vi a balança subir em 4 digitos, tudo porque eu diminui o remédio e me permiti sair umas vezes na dieta, pra ser mais exata, nesses 15 dias saí 5 vezes, mas nada muito exagerado, mas pior de tudo, os exames de sangue indicação pré-diabetes novamente. Foi nesse momento que procurei a Paty Aires e iniciamos a Keto para tentar controlar a pré-diabetes. Com a Keto tenho conseguido ficar estável, mas o endocrino, o excelente Rodrigo Bomeny, pediu pra manter a medicação, até que me organismo acostumado com a obesidade mórbida e efeitos sanfona durante a vida inteira… Ler tudo »