Agende seu atendimento

Antes de mais nada, muito prazer. Meu nome é Juliana Szabluk e sou terapeuta. Meu trabalho é aliar Dieta Cetogênica, psicologia, coaching, medicina ancestral, filosofia oriental e estudos recentes para te ajudar a restabelecer a saúde física e mental.

Como funciona o atendimento?

Muito ouvimos que não é possível traçar um plano alimentar universal, porque cada organismo é diferente. Fato. Mas, vamos além: não é possível estabelecer uma linha de atuação universal, porque cada indivíduo tem uma história. Ou seja, seu atendimento será criado totalmente com base no que você precisar.

Mas, tentarei dar um panorama geral. Você chega até mim e marcamos uma conversa ao vivo através de vídeo. Não existe tempo nesta consulta. Meu objetivo último é te conhecer e responder suas questões. A partir disso, escreverei um grande relatório sobre você, em que duas questões estarão esclarecidas:

  1. Suas diretrizes gerais (questões para as quais você terá que observar através do tempo).
  2. Passos para os próximos 15 ou 30 dias.

Tudo pode estar contemplado neste relatório, como veremos na pergunta abaixo. Dos melhores alimentos à definição de uma rotina possível, com práticas ideais para que você atinja tanto o que deseja quanto o que precisa. Passarei o relatório e as tabelas exclusivas de alimentos para que você comece a se orientar.

Entre as consultas, falaremos constantemente via WhatsApp. Texto, áudio, imagens, o que for. Juliana, preciso tomar antibióticos, o que faço? Juliana, posso comer isso? Juliana, não entendi este rótulo. Juliana, a rotina está difícil demais. Juliana, quero passar para a próxima fase e acelerar o processo. Juliana, preciso desabafar.

Enfim, nos falaremos muito.

A segunda consulta acontece em 15 dias. A terceira em 15 ou 30 dias. A quarta, se houver, em 15 ou 30 dias. Quinta em 30. 60. 60. 90… Ok, agora voe, minha amiga – e me chama se precisar algum dia, pois estarei aqui para você.

Quem eu atendo?

Não estou pronta para a Cetogênica, e agora? Agora, você me chama.

Atendo casos delicados. Pessoas delicadas. Seres que desafiarão sua ideia de “sensível” e que merecem, pela primeira vez, serem abraçados sem julgamento. Mais ainda, que merecem ver como suas histórias são dignas de serem ouvidas e admiradas.

Em termos gerais, atendo quem passou por todos os desafios, grupos, dietas e não emagreceu, porque suas questões iam além da balança, do prato ou de um objetivo específico qualquer. São seres condenados a um chamado muito mais profundo e complexo, que ultrapassa o entendimento de felicidade que forjamos nas últimas décadas.

1 – Atendo quem está na Low Carb há anos, e que apenas quer otimizar a cetose. Neste caso, veremos alimentos ideais, questões de saúde envolvidas, suplementações e metas objetivas.

2 – Atendo pessoas com histórias de vida repletas de desafios, que precisam construir o chão onde irão caminhar. Neste caso, cruzaremos esta bela narrativa juntos, definindo uma rotina sólida e amorosa.

A visão oriental sobre o equilíbrio alimentar entrará em cena, além de práticas capazes de fortalecer a base fundamental. Respiração, caminhadas contemplativas, higiene do sono, cotidiano, horários de refeições, lucidez sobre as emoções, exercícios: tudo é importante neste cenário.

3 – Atendo pessoas que, como eu, tiveram grandes buracos criados em seu solo. Eles chegam até mim com limites reais com relação ao sono, alimentação, mudanças quaisquer. Sejamos honestos: a última coisa que você precisa neste momento é julgamento (imagino que você já se julgue bastante). A ideia do “você precisa” será modificada para o “você observa, abraça, aprende e constrói”.

Há métodos, nutrientes e estratégias capazes de fazer isso.

Aqui, também, tudo entra em jogo. A diferença é que precisamos aprender a enxergar os desafios e o crescimento com lucidez: a psicologia oriental costurará as práticas objetivas de saúde. É ela que nos ensina sobre a verdade do sofrimento e nos diz como finalmente podemos nos libertar destas prisões fundamentais.

Assista aos meus vídeos, leia o site e observe se você se identifica com esta visão de mundo.

Não se trata apenas de técnica ou dados. O ser humano que te acompanha é tão ou mais importante do que a informação aplicada. Isso é fundamental em qualquer tratamento e você sabe disso. Vaguei muitos anos até encontrar a minha terapeuta e ela me ensinou a ser o que sou (a amar o que sou). Diz ela:

“O terapeuta precisa compartilhar das mesmas histórias e visões de mundo do aluno, porque o papel do terapeuta é apontar caminhos e dizer até onde o aluno pode ir. Como uma mãe, abrirá o coração onde o mundo culpa e abraçará forte quando o voo for alto demais.”

É isso.

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